Estava cantarolando uma música que acho linda, e pra variar falou ao meu coração. Quem me conhece sabe que quando tiro estas canções da memória acabo emendando uma letra em outra e fica algo engraçado!
Bem, para me certificar entrei na internet para procurar a letra mas também não lembrei quem a cantava, então ficou difícil achar, e como eu gostaria de ouví-la. Porém, como é uma letra bíblica, achei a referência: Salmo 43, lindo!!
Salmo de confiança e descanso, que pede orientação de Deus!
"Envia a tua luz e a tua verdade para que me guiem e me levem ao teu santo monte, e aos teus tabernáculos. Então irei ao altar de Deus, de Deus que é a minha grande alegria; ao som de harpa eu te louvarei, ó Deus, Deus meu! Por que estás abatida ó minh'alma? Por que te perturbas dentro de mim? Espera em Deus, pois ainda o louvarei, a ele, meu auxílio e Deus meu."
Se alguém souber aonde posso ouvir esta música, aceito a dica!
Cozinheira, eu? Gourmet? Rss. Sou não, mas até que pego o jeito direitinho.
O segredo é, seguir direito a receitinha. Ops, coisa que eu não fiz, ai ai ai!!
Foi idéia de minha mãe, depois de uma reuniãozinha de família, sobraram muitas bananas, rss. Antes que pensem bobagens, foi um churrasco!
Pois é, e eu apressadinha fui logo amassando as sobras sem ler receita alguma, ou seja tem banana demais na minha massa. Mas esteja na torcida comigo: Tomara que dê certo!!
O cheirinho está muito bom! Depois conto o resultado!
e mostro uma foto - mas só se ficar bom!! [:D]
minutos depois... FICOU MUITO BOOOOOOOOOOOOOOOOOM!!
Tirei a receita deste site: http://vilamulher.terra.com.br/comunidade/perfil/fer26176/blog/culinaria/220-receitas-de-cookies-variadas.html
Licença gente, vou comer alguns!!! Mas não muitos pois ainda tenho que caber no vestido sábado!! :/
"Deixa, deixa, deixa, eu dizer o que penso desta vida, preciso demais desabafar..."
Eu já falei que tenho algo a dizer, e disse Que falador passa mal e você me disse Que cada um vai colher o que plantou Porque raiz sem alma, como o flip falou, é triste
A minha busca é na batida perfeita Sei que nem tudo tá certo mas com calma se ajeita Por um mundo melhor eu mantenho minha fé Menos desigualdade, menos tiro no pé
Andam dizendo que o bem vence o mal Por aqui vou torcendo pra chegar no final É, quanto mais fé, mais religião A mão que mata, reza, reza ou mata em vão Me contam coisas como se fossem corpos, Ou realmente são corpos, todas aquelas coisas Deixa pra lá, eu devo tá viajando Enquanto eu falo besteira, nego vai se matando Então:
[refrão] Deixa, deixa, deixa Eu dizer o que penso desta vida Preciso demais desabafar (2X)
Ok, então vamo lá, diz: Tu quer a paz, eu quero também, Mas o estado não tem direito de matar ninguém Aqui não tem pena morte mas segue o pensamento O desejo de matar de um Capitão Nascimento Que, sem treinamento, se mostra incompetente O cidadão por outro lado se diz, impotente, mas A impotência não é uma escolha também De assumir a própria responsabilidade Hein?
Que cê tem e mente, se é que tem algo em mente Porque a bala vai acabar ricocheteando na gente Grandes planos, paparazzo demais O que vale é o que você tem e não o que você faz Celebridade é artista, artista que não faz arte Lava a mão como pilatos achando que já fez sua parte Deixa pra lá, eu continuo viajando Enquanto eu falo besteira nego vai, vai Então deixa...
[refrão] Deixa,deixa,deixa Eu dizer o que penso dessa vida Preciso demais desabafar 2X
ORIGINAL
Cláudia
Deixa, deixa, deixa eu dizer o que penso desta vida preciso demais desabafar! (2x)
Suportei meu sofrimento de face mostrada e riso inteiro se hoje canto meu lamento coração cantou primeiro e você não tem direito de calar a minha boca afinal me dói no peito uma dor que não é pouca tem dó!
Deixa, deixa, deixa eu dizer o que penso desta vida preciso demais desabafar! (2x)
Pois é, estou aqui de bobeira numa ressaca pós-gripe que 'naum' me larga!! Depois de umas semanas agitadas caí de cama, de novo, tô assim desde de domingo, ergh! Tentando vencer a gravidade, eu me levanto mas ela me joga na cama de novo!
Enquanto isso vejo muuuuuuuuuuuuita televisão, que até enjoei. Leio meus blogs favoritos, e ponho mais apelidos no meu cachorro, este ser baixinho que me segue a cada espirro, a cada mudança de cômodo e a cada subida na cama, acompanhada de um sonoro: DEEEEEEEESCE!!!
Mas ele é assim, companheiro e amigo de todas as horas. Está chateado por não sair, demonstra isso no seu olhar cabisbaixo, suspiros ao pé da porta e chorinhos na janela. Tadinho!!!
Seu nome é Karl Barth, mas todos o chamam Barth! Seu primeiro apelido foi "Petoco", um jeitinho simpático do meu sogro, o avô, chamá-lo, já que é pretinho das extremidades douradas, rss. E não é que pegou! Todos aderimos ao nome carinhoso, rs!
Quando apronta alguma é de "Safado" mesmo que o chamamos! E por aí vai: 'Zé', "Serafúzio", "baixinho", "sem vergonha", "doido", "pouca sombra", "pretinho", "rebaixado das 4 patas", e quando é para um carinho "Neném".
O nosso espanto foi que ao adquirirmos ele uns 5 anos atrás, não imaginávamos que esse serzinho, tão pequeno fosse ganhar tanto espaço na nossa vida. Guardada as devidas precauções, ele é cão e nós gente, dorme na área de serviço, fica preso, não tem mimos em pet shop. É cachorro com cara e jeito, tratado assim. Mas nos diverte, aborrece às vezes, faz pirraça, faz graça, dá um carinho enorme pra gente.
Agora descobriu mais um lugar na casa para se aconchegar: sobe nas cadeiras que estão apoiadas a mesa, e fica ali, escondinho, longe do chão mas debaixo da mesa.
Esse é o meu pretinho!!!
Tá vendo o que uma ressaca gripal faz com a gente!!!
Ontem assistimos ao filme "O Contador de Histórias". Eu já havia ouvido falar dele, do Roberto Carlos, o contador de histórias de MG ex interno da FEBEM. Não pretendo aqui contar a história do filme, que é na verdade baseada na vida deste rapaz.
Um dos fatos, porém, mais impressionantes e comoventes para mim foi assistir a uma propaganda nacional, divulgada nas emissoras de televisão, sobre a FEBEM, e o efeito que a propaganda fez na mãe de Roberto. Aliás, mãe de muitos que foram entregues a FEBEM.
Fiquei pensando em Política Pública e cidadania com efeito civil. O Bem Estar social não é algo pensado e almejado somente agora, neste século, vide o "Welfare State". Vem de muito tempo e sempre foi alvo de discussões filosóficas e teórico-sociais, sempre com controversas, pontos positivos e pontos negativos. Sempre foi percebido, pensado e detectado o efeito dos vícios de uma boa ação e os danos de sua ausência.
Os corruptos, os corruptores, sempre existirão, mas os bons não podem desisitir jamais, mesmo com a necessidade de rever efeitos e defeitos estruturais danosos e carentes de reformas!
Novamente peço, que Deus nos ajude em nossa sociedade, mantenha a esperança de quem já trabalha e inspire a muitos seguirem o caminho da retidão!
"Faz forte ao cansado, e multiplica as forças ao que não tem nenhum vigor. Os jovens se cansam e se fatigam, e os moços de exaustos caem, mas os que esperam no Senhor renovam as suas forças, sobem como águias, correm e não se cansam, caminham e não se fatigam." Is 40:29-31
É, a gente se cansa sim, mas aí o amor do Pai se aproxima pra ajudar as nossas forças a se renovarem, ser a nossa própria força e não nos deixar prostados. Esse é o nosso Deus. E, não foi Ele quem nos deu a ordenança de cuidar do próximo!
Sobre o caso do Eduardo relatado em dois post anteriores, conversando com amigos que atuam na área de saúde, constatamos que as 3 instituições envolvidas realmente não poderiam ter feito nada de diferente. Segundo a competência de cada uma e diretrizes de hospitais públicos para internações não havia mais o que ser feito! Embora uma atitude tenha sido tomada não sabemos o destino dele hoje.
Esta rigidez, fruto do espaço e condição de um hospital ou casa social para receber um indivíduo necessitado, faz com que o único espaço para ele seja a própria rua, na qual a sobrevivência torna-se difícil ou fatalmente impossível.
Enfrentamos um problema sério, estrutural e social que não pode ficar sem respostas que provejam soluções ou integrações institucionais envolvendo órgãos e entidades do governo em pról de medidas cabíveis para redução desta impotência social presenciada por nós.
Acredito em Ongs, mas também acredito em força de denúncia e de mobilização, não em grandes proporções mas ao menos de forma responsável por cada entidade e federação.
Deus nos ajude, e levante em nossa sociedade pessoas talentosas, honestas e competentes para resolverem este problema, e que neste caminho nos ilumine nas nossas atitudes e responsabilidades sociais e amor cristão.
Pois é difícil assistir alguém perder a vida aos poucos, mas é o que temos feito enquanto nada é questionado ou trazido como resposta a este problema, enquanto vários Eduardos encontram-se sob marquises, em calçadas, becos, leitos e consciência.
Triste relato de como degenera uma vida na rua e de como uma instituição não era capaz de resgatá-la com suas demais mazelas.
O relato mostra vidas e suas desventuras, fatalidades que podem levar pessoas as ruas de uma cidade.
Falta de família, drogas, vilolência, fuga da violência doméstica, loucura, doenças, falta de emprego, falta de amigos, falta de família, pobreza, miséria, falta social completa.
Livro: No Olho da Rua, Marcelo Antonio da Cunha - ex-diretor da Fazenda Modelo (abrigo carioca para os mendigos recolhidos nas ruas, e que abrigo!)
"Mendigos, indigentes, marginalizados, excluídos, esquecidos; ou, como têm sido chamados recentemente, "em situação de vulnerabilidade social": assim é vista a população de rua, vez por outra mandada para abrigos; vez por outra queimada viva, como lemos nos jornais.
No olho da rua trata de um grupo de abrigados da Fazenda Modelo. Boa parte deles não nascera na miséria. Alguns chegaram um dia a ter casa, carro, emprego e famílias estáveis - tudo perdido nalgum estranho revés. O livro reúne casos tão diferentes quanto o da ex-aeromoça que passou anos na Fazenda enquanto aguardava uma vultosa indenização trabalhista e do mendigo conhecido como Bacana, que pensava ser um cachorro.
Marcelo Antonio da Cunha, médico e autor deste lançamento da Nova Fronteira, revela através de histórias surpreendentes como era a vida em um dos maiores abrigos do mundo para população de rua."
LEIA UM CAPÍTULO NESTE SITE: ( http://portalliteral.terra.com.br/artigos/no-olho-da-rua )